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fevereiro 5th, 2008 - Como acabar com os abusos de flanelinhas e poluição visual de uma única vez

Duas coisas que incomodam bastante os cidadãos em centro urbanos são a ação de flanelinhas e o avanço de peças publicitárias no formato de outdoors ou placas.

Quanto a estes, a prefeitura paulista tomou uma atitude radical, devidamente apoiada pela população, que consistia em simplesmente proibir toda e qualquer mídia que gerasse poluição visual. Já quanto a esses, até o momento não sei de qualquer atitude.

Tomando a mesma atitude e proibindo a atividade da parte dos flanelinhas estaríamos de fato criando outros problemas. Se por um lado alguns cidadãos de bem deixariam de ser extorquidos para estacionarem seus carros, por outro teríamos uma boa parcela da população se tornando “foras-da-lei”, concorrendo a vagas em prisões já lotadas e, quem sabe, deixando de extorquir para furtar ou assaltar pessoas de bem.

Solução

Em tese, já que é impossível mesmo para a polícia estar em todos os lugares ao mesmo tempo, seria de fato interessante que algum cidadão comum estivesse disponível para vigiar seu veículo enquanto você faz suas compras no centro, ou até para te ajudar a estacionar. Então que tal unir a idéia posta em prática nas ruas de São Paulo e tentar de uma vez por todas regularizar a atividade dos flanelinhas, gerando emprego formal e garantindo uma atividade publicitária que não gera poluição visual? Calma que explico como.

Breve algoritmo da solução

Benefícios do programa

Além de minimizar alguns problemas urbanos, o programa gera empregos, rotatividade financeira e cria uma nova mídia com forte eficiente junto ao mercado.

fevereiro 5th, 2008 - Como melhorar a arborização urbana

Pensei numa solução de certa forma simples, mas que dependeria de uma ação governamental. Poderia ser proposta de campanha de algum vereador e, se posta em prática em alguma cidade menor, chegando ao sucesso esperado, poderia gerar mídia espontânea e ser tomada como exemplo por outras prefeituras.

Solução

Deveria ser implantada da parte dos municípios uma campanha para que a os próprios cidadãos plantassem árvores em suas residência, recebendo em contra-partida um desconto em seu IPTU. Esses números são apenas exemplos, mas poderia ser dado um desconto de 5% par cada árvore plantada em determinado terreno, atingindo o limite quando a soma chegasse a 20%.

Aplicabilidade

Penso que associações de bairro e ambientalistas poderiam preparar um projeto mais detalhado, com prós e contras desta idéia, recolher assinaturas nas ruas de suas cidades e cobrar alguma atitude de suas prefeituras. Mas podemos aproveitar o sistema de comentáriospara já adiantarmos alguns itens que não poderiam faltar. Portanto, mãos à obra!

fevereiro 3rd, 2008 - Como acabar com o “pacto da mediocridade” no ensino superior

Definição

Não sei até que ponto este termo é difundido em todo Brasil, mas em minha primeira faculdade citava-se muito a expressão “pacto da mediocridade” para nomear a relação hipócrita existente entre várias turmas e vários professores do terceiro grau. Ocorria quando um professor “fingia dar aula” e os alunos “fingiam aprender”. Ao final da cadeira era aplicado um teste de baixo grau de complexidade, os estudantes eram aprovados até com boas notas, o professor se livrava daquele turma e quem pagava a conta era o mercado que recebia de brinde uma penca profissionais despreparados.

Esse pacto inexiste (ou existe em menor escala) no segundo grau porque há uma grande pressão em cima dos vestibulandos para que entrem em alguma universidade, fazendo com que os mesmo cobrem dos professores boas aulas, e em cima dos professores, para que forme ótimos alunos e tenham algum resultado a apresentar a sociedade, servindo assim de mídia espontânea de seu trabalho. Ou seja… A grande diferença no segundo grau é que quem julga o aluno não é seu próprio professor, mas um exame elaborado com uma instituição neutra. É aí que mora o erro do terceiro.

Solução

A idéia que possuo como solução para este problema talvez soe mais como um conceito a ser estudado do que uma fórmula pronta que possa ser rapidamente posta em prática. Envolveria uma possível revolução educacional da qual eu desconheço similar.

Penso que a solução seria acrescentar um terceiro personagem dentro desta relação “professor x aluno” que seria a pessoa do avaliador, evitando assim que os professores avaliem o próprio resultado de seu trabalho. Essa função atualmente cabe aos departamentos de cada curso, mas há uma distância tão grande da sala de aula que tantas vezes são ineficientes para salvar cadeiras perdidas por conta de um professor irresponsável ou alunos desinteressados.

Para firmar ainda mais essa relação, os salário do professor poderia ter um percentual amarrado ao rendimento final da turma, recebendo o mesmo uma quantia proporcional ao obtido dentro de sala de aula.

Breve algoritmo da solução

Obsevações Finais

Como sempre gosto de deixar claro aqui, a participação de você, leitor, é extremamente importante para o aprimoramento desta idéia. Use o sistema de comentários para, além de possíveis críticas e elogios, sugerir ajustes à mesma de forma a melhorá-la e torná-la uma idéia viável. Desde já agradeço sua participação.

fevereiro 3rd, 2008 - Modelo de ensino superior com uma matéria por vez

Recentemente tentei cursar uma segunda faculdade, mas alguns motivos me fizeram trancar a matrícula e aguardar um melhor momento para conclusão destes estudos. Grande parte dos motivos reside no desperdício de tempo útil que o formato do ensino nacional implica. Cada semestre possui em torno de uma centena de dias de aula. Cada turno de aulas é dividido em no máximo seis períodos que são distribuídos para até três matérias. Para cada matéria dessas era desperdiçado por dia em torno de vinte minutos para o professor chegar à sala de aula, aguardar o silêncio da classe, realizar a chamada, preparar seu material e só enfim dar início aos trabalhos. Em alguns casos por vezes era necessário relembrar o conteúdo dado na última aula devido à distância entre as aulas. Sem contar no tempo que se perde naturalmente com interrupções de estudantes pouco atenciosos. Ou seja… Não é tão irresponsável afirmar que pelo menos um terço do tempo destinado aos ensino não é utilizado com este fim. Quando pensamos no curso como um todo, pelo menos um ano inteiro, no caso dessa graduação como tecnólogo que se conclui em três anos, é desperdiçado.

Da parte dos estudantes, a grande dificuldade é dividir sua atenção com até 8 matérias distintas, embolando o conteúdo em sua mente, dificultando a divisão do seu tempo, por vezes precisando sacrificar a aula de determinada matéria para estudar para a avaliação de alguma outra.

A solução para este problema seria simples: “uma coisa de cada vez”. Em vez de se intercalar em horários por vezes confusos oito professores distintos em até oito o salas/laboratórios distintos, muito mais simples e eficiente seria se cada matéria fosse lecionada ao seu tempo, e uma segunda cadeira sendo iniciada apenas quando da conclusão da anterior.

Desta forma os alunos teriam apenas um professor por algumas semanas, enfrentariam uma única chamada por dia, uma única troca de laboratório, poderiam se concentrar melhor no conteúdo estudado, não precisariam perder tanto tempo revisando a aula anterior, nem deixariam de assistir determinada aula para estudar para uma outra avaliação.

Do lado do professor, se por um lado ela viverá uma mês em que seu tempo estará cem porcento ocupado, terá outros cinco de férias até que um novo semestre se inicie. E poderá usar este tempo para pesquisar, atualização de seus estudos, ou qualquer fim de seu interesse.

Cursos assim já funcionam em algumas instituições de formação técnica, como é o caso do Senac, por exemplo. Já consegui um diploma neste formato e garanto que o aprendizado é bem mais intenso do que no formato aplicado em nosso terceiro grau.

Talvez seja difícil aplicar este modelo nas escolas públicas devido à burocracia comum a este meio, mas não seria difícil que esta idéia fosse aplicada em alguma faculdade privada e, caso o retorno prometido pela teoria chegasse, aos poucos ela ir se difundindo como um novo modelo de ensino.

De toda forma, estou mais uma vez dissertando acerca de um tema que não domino e agradeceria qualquer interferência de você, leitor, no sistema de comentários, seja elogiando, seja criticando, sugerindo ajustes, ou o que achar melhor.

fevereiro 3rd, 2008 - Programa adote um estudante

Não dá mais para esperar do governo brasileiro alguma atitude que dê jeito em nossos problemas educacionais. Mesmo após uma campanha para presidente em que um dos quatro maiores candidatos carregou por todo este país esta bandeira, muito pouco ou quase nada se fez. A cobrança da parte dos eleitores deve sim continuar, mas talvez já tenha chegado a hora de a iniciativa privada arregaçar as mangas e buscar uma solução mais prática.

Pensando cá com meus botões esses dias, imaginei uma possível solução. E, por conta de minha falta de conhecimento nesta área, pediria aos leitores que através dos comentários me ajudassem a formatá-la de maneira a torná-la praticável.

Solução: Programa Adote um Estudante

A idéia central é que estrangeiros das mais variadas classes, cores e gêneros adotem financeiramente estudantes mais humildes e arquem para com os mesmos sua educação de base em boas escolas privadas.

A idéia envolve:

Para tanto seria necessário:

Caberia à ONG:

Breve algoritmo da idéia:

Vantagens do programa:

Observações finais:

Até o momento a idéia é essa. Ajudem-me a melhorá-la, corrigi-la, torná-la viável. Quando chegarmos a um formato satisfatório, começaremos a discutir maneira de colocá-la em prática. Até lá, todo comentário é bem vindo.